sexta-feira, 15 de junho de 2012
Encontro Regional de Pescadoras foi um sucesso
O Encontro Regional de Pescadoras realizado no dia 14 junho, no restaurante Al Mare, em Barra Velha, foi um sucesso na opinião dos participantes. Mais de 100 pessoas estiveram presentes no evento. A Epagri juntamente com a Prefeitura de Barra Velha, através do CREAS, foram os promotores do envento, que contou com a presença de 21 pescadoras de Balneário Barra do Sul. A temática do encontro tratou sobre a Seguridade Especial e Aposentadoria para as Pescadoras, assunto que diverge muitas opiniões e dúvidas na área da pesca artesanal, e teve como palestrante Silvana Aparecida Bernardino, assistente social do INSS de Joinville.Uma palestra motivacional denominada Mulher e o Mar e a Mulher para Amar, chamou a atenção do público, que se descontraiu com a dinâmica da palestra e da palestrante Dilcicléia Gonçalves de Barros, do CREAS de Barra Velha. Apresentações culturais também fizeram parte do encontro.
| Palestra sobre Previdência Social |
| Apresentação da fanfarra municipal |
Para completar a programação, na parte da tarde, aconteceu uma regata de bateiras, onde até duas duplas de pescadoras por município puderam participar. A competição foi muito animada e as três primeiras duplas colocadas receberam troféu, e todas as competidoras medalhas.
| Vista da varanda do Restaurante Al Mare |
| Equipe A: Maria Helena Luzia e Rosa Alves |
"Vou chegar em casa e mostrar a medalha para minha família, o que para
mim é um orgulho. Gostei muito de ter participado". Rosa Alves,
pescadora artesanal.
| Equipe B: Rosalina Macedo e Dione Dias da Cunha |
"O Encontro foi muito legal, tenho certeza que todas gostaram. Da
próxima vez vou treinar melhor pra tentar ganhar um troféu na corrida de
bateira". Rosalina Macedo
| Pescadoras de São Francisco do Sul que ganharam a prova |
| Equipes com as medalhas de participação |
| Equipe organizadora da prova com Lena e Edir, da Epagri de SFS |
| A presidente da Amupesc Rosangela recebendo lembrança do Encontro |
| Maria Helena e Luiza Castanho |
| Joana, Antonia, Nair e Jace |
| Anézia Reinert e Luiza Castanho |
"Achei muito informativo o encontro. Gostei muito, mesmo. Acho que
deveríamos ter participado com um grupo bem maior. Quem não foi perdeu".
Anézia Reinert
| Participantes de BBS assisitndo a regata |
| Equipe de Balneário Barra do Sul |
Cooperpesc na Festa da Tainha 2012
Na 20ª edição da Festa da Tainha, que aconteceu de 6 a 10 de junho, os integrantes da Cooperpesc estiveram presentes com um restaurante, vendendo uma delíciosa tainha, acompanhada com pirão, molho de camarão, arroz e salada, porção e espetinho de camarão e porção de iscas de pescado. Durante toda a festa a movimentação de pessoas foi muito intensa, sendo que os dias mais movimentados foram no sábado e domingo. O resultado foi excelente na avaliação dos cooperados, pois, além de muitas pessoas terem conhecido o Projeto Cambira e a Cooperativa de Pescadores Artesanais, a venda dos produtos foi muito boa.
| Prato de tainha com acompanhamento vendido na festa |
| Barraca da Cooperpesc |
Cooperativa de Pescadores organiza coquetel
No dia primeiro de junho, nas dependências do Mercado Público Municipal de Balneário Barra do Sul, aconteceu o lançamento oficial da 20ª Festa da Tainha. Os integrantes da Cooperativa de Pescadores Artesanais de Balneário Barra do Sul preparam o Coquetel com um cardápio à base de frutos do mar.
Durante o evento também foi apresentado a comunidade o Mercado Público Municipal e o vídeo do Projeto Cambira, fato que, impressionou muitas pessoas que ainda não tinham conhecimento sobre o trabalho desenvolvido pelas entidade do município e região em parceria com as famílias de pescadores artesanais.
| Cooperadas na organização dos produtos |
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| Degustação dos produtos Imagens: Studio In off |
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| Sanduíche feito com fishburguer Imagens: Studio In off |
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| Imagens: Studio In off |
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| Degustação dos produtos Imagens: Studio In off |
| Apresentação do Vídeo do Projeto Cambira |
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Vídeo do Projeto Cambira
Este vídeo relata a trajetória marcante do Projeto Cambira, criado para aumentar a renda das famílias de pescadores artesanais de Balneário Barra do Sul, através da capacitação profissionalizante sobre processamentos de pescados e cooperativismo.
Agente financiador: BID, MIF Fomin
Realização: IF Catarinense Câmpus Araquari, Coopercasgo
Parceiros: Epagri, Prefeitura de Barra do Sul, Banco do Brasil, Cooperpesc, Amupesc.
Produção e direção: José Eduardo Calcinoni
Imagens e edição: Rafael Imhof
Narração: Ricardo Marchiori
Coordenador do Projeto: Paulo Xavier de Almeid
Abrangência: Balneário Barra do Sul e região
sexta-feira, 11 de maio de 2012
Programa Desenvolvimento Regional Sustentável fortalecendo a classe pesqueira
Os integrantes do Programa Desenvolvimento Regional Sustentável (DRS) de Balneário Barra do Sul, se reuniram na última terça-feira, dia oito de maio, na sede da Amupesc, com o objetivo de avaliar as ações previstas para o ano de 2012. Estiveram presentes os responsáveis pela Cooperativa de Pescadores Artesanais de Balneário Barra do Sul, Associação de Mulheres Pescadoras, Epagri, Projeto Cambira e Banco do Brasil. Nesse mesmo dia foram realizadas reuniões da nova diretoria da Amupesc e da Cooperativa de Pescadores Artesanais. A Epagri de Balneário Barra do Sul está elaborando um projeto para aquisição de equipamentos para beneficiamento de pescados, apoiado pelo Banco do Brasil.
| Grupo do DRS da Pesca Artesanal de BBS |
O que é o Programa DRS?
DRS - Desenvolvimento Regional Sustentável é uma estratégia negocial do Banco do Brasil, que busca impulsionar o desenvolvimento sustentável das regiões onde o BB está presente, por meio da mobilização de agentes econômicos, sociais e políticos, para apoio a atividades produtivas economicamente viáveis, socialmente justas e ambientalmente corretas, sempre observada e respeitada a diversidade cultural.
Propõe-se a:
• Promover a inclusão social, por meio da geração de trabalho e renda;
• Democratizar o acesso ao crédito;
• Impulsionar o associativismo e o cooperativismo;
• Contribuir para a melhora dos indicadores de qualidade de vida;
• Solidificar os negócios com micro e pequenos empreendedores rurais e urbanos, formais ou informais.
Em Balneário Barra do Sul a atividade trabalhada no DRS é a "pesca artesanal". As entidades que participam são: Prefeitura Municipal, Epagri, Instituto de Educação, Ciência e Tecnologia/Campus Araquari, Associação de Pescadoras, Cooperativa de Pescadores Artesanais, Projeto Cambira e Colônia de Pescadores.
Confira o arquivo de fotos das reuniões do DRS:
| Primeiras reuniões do Programa
Fonte: Epagri (2007)
|
| Escritório da Epagri Fonte: Epagri (2008) |
| Escola Municipal Fonte: Epagri (2008) |
domingo, 25 de março de 2012
Transferência de prática e conhecimento
A transferência das práticas e conhecimentos adquiridos durante os quase dois anos no Curso de Processamento de Pescados e Cooperativismo pelas mulheres e participantes do Projeto Cambira, tem a importancia de valorizar e divulgar o trabalho deste Projeto.
A Cooperativa de Produção de Beneficiamento de Pescados de Balneário Barra do Sul é o resultado prático do Projeto, e espera-se que durante o ano de 2012, esta Cooperativa possa iniciar na prática a comercialização de seus produtos de uma forma legalizada e segura para o consumidor final.
Num primeiro momento as técnicas primitivas de obtenção de alimentos serviam para abastecer o próprio ser humano e sua família. Mas, ao viver em comunidade cada vez maior a atividade de conservar alimentos deixou de ser uma necessidade individual para se tornar necessidade de toda uma comunidade, pois surgiam profissões que impediam que seus praticantes saíssem em busca de comida.
Este fato gerou a necessidade de que uma parte de comunidade se dedicasse a preparar alimentos para todos. Surgiram então os primeiros abatedouros coletivos de animais e suas dependências anexas com princípios de industrialização: salga, cozimento e defumação.
Devido a esta situação surgiram também os primeiros casos de saúde pública, pois um produto impróprio causava mal a um grande número de pessoas. Os administradores das cidades e regiões, preocupados com situação, foram criando regras tendo em vista a segurança alimentar.
A inspeção do pescado inicia-se nos cais de desembarque, no momento em que os barcos pesqueiros fazem o descarregamento. O desembarque do pescado e sua destinação têm de ser avaliados pelos profissionais da inspeção, a fim de assegurar as boas condições higiênico-sanitárias dos peixes e dos frutos do mar capturados.
Um dos pontos mais importantes a ser considerado é o que se refere à procedência do pescado, pois a mesma está relacionada diretamente com os níveis de contaminação das águas: pesca em alto mar ou costeira, em rios, em lagos ou em reservatórios. Do mesmo modo, é importante considerar as técnicas de pesca, uma vez que a qualidade do pescado depende das práticas adotadas. Nesta etapa são avaliadas as alterações observáveis macroscopicamente, como decomposição, esmagamento e lesões provenientes dos mais variáveis tipos de enfermidades.
O pescado considerado em condições satisfatórias é destinado para os entrepostos, para posterior distribuição; daí segue ou para o comércio varejista ou para os diferentes tipos de indústrias. O transporte é uma etapa importante e tem de ser realizado em caminhões frigoríficos. Em todas estas fases, a inspeção tem de se fazer presente, assegurado, principalmente, que a cadeia do frio, indispensável para a conservação do pescado, seja mantida com rigor.
Mulheres do Projeto Cambira ensinam na Univille técnicas de agregação de valor ao pescado
Alunos do curso de Gastronomia da Univille tiveram a oportunidade de aprender algumas das técnicas de agregação de valor aos pescados, onde as instrutoras foram as mulheres pescadoras participantes do Projeto Cambira.
Foram passados aos alunos técnicas de filetagem e despolpamento de peixes, além de produção de quibe, hambúrguer e coxinha com a matéria prima produzida.
Por que processar alimentos?
A procura por alimentos sempre foi a principal atividade do ser humano desde os tempos de nossos antepassados. Nos primeiros instantes, com caça, pesca e frutas abundantes ao sentir fome o homem saia a sua procura e logo encontrava uma fonte de proteína animal ou vegetal. Ao encontrar frutos o homem se servia de acordo com suas necessidades e ia desenvolver outras atividades voltando à fonte de alimento sempre que sentia fome. Com animais não era assim, ao abater uma ave, por exemplo, comia até satisfazer sua fome e abandonava o restante, pois quando no dia seguinte tivesse fome o que restava da carcaça já estava estragado e ele tinha que abater outra ave. Mas nem sempre havia alimento disponível. Ele podia estar se deslocando ou as condições climáticas como, por exemplo, nos longos meses de inverno rigoroso com neve em abundância que impedia a caça, ocultava os animais e impedia o crescimento de frutas. A única vantagem do período de frio era que a caça e a pesca não se estragavam podendo ser comida por longos períodos, pois a baixa temperatura impedia o produto de se estragar.
O homem então começou a procurar meios de manter o alimento encontrado mais tempo em condições de ser digerida. A primeira descoberta foi que se cozinhasse a carne ela duraria mais tempo do que se mantida crua. Logo notou que a salga e a defumação também serviam para fazer com que o alimento tivesse uma maior vida útil depois de obtido. E, desde então, o homem tem se utilizado destas técnicas para conservar a carne por mais tempo: refrigeração, cozimento, salga e defumação.
Foram passados aos alunos técnicas de filetagem e despolpamento de peixes, além de produção de quibe, hambúrguer e coxinha com a matéria prima produzida.
Por que processar alimentos?
A procura por alimentos sempre foi a principal atividade do ser humano desde os tempos de nossos antepassados. Nos primeiros instantes, com caça, pesca e frutas abundantes ao sentir fome o homem saia a sua procura e logo encontrava uma fonte de proteína animal ou vegetal. Ao encontrar frutos o homem se servia de acordo com suas necessidades e ia desenvolver outras atividades voltando à fonte de alimento sempre que sentia fome. Com animais não era assim, ao abater uma ave, por exemplo, comia até satisfazer sua fome e abandonava o restante, pois quando no dia seguinte tivesse fome o que restava da carcaça já estava estragado e ele tinha que abater outra ave. Mas nem sempre havia alimento disponível. Ele podia estar se deslocando ou as condições climáticas como, por exemplo, nos longos meses de inverno rigoroso com neve em abundância que impedia a caça, ocultava os animais e impedia o crescimento de frutas. A única vantagem do período de frio era que a caça e a pesca não se estragavam podendo ser comida por longos períodos, pois a baixa temperatura impedia o produto de se estragar.
O homem então começou a procurar meios de manter o alimento encontrado mais tempo em condições de ser digerida. A primeira descoberta foi que se cozinhasse a carne ela duraria mais tempo do que se mantida crua. Logo notou que a salga e a defumação também serviam para fazer com que o alimento tivesse uma maior vida útil depois de obtido. E, desde então, o homem tem se utilizado destas técnicas para conservar a carne por mais tempo: refrigeração, cozimento, salga e defumação.
terça-feira, 20 de março de 2012
Comunidade Essência de Vida participa de oficina do Projeto Cambira
Integrantes da Comunidade Essência de Vida participaram no dia 16 de março de 2012 de mais uma Oficina de Processamento de Pescados oferecida pelo projeto.
O interesse e a participação de todos, mostra que as atividades realizadas e os ensinamentos passados pelas mulheres do Projeto Cambira são realmente de interesse geral, sempre ressaltando a importancia do consumo de pescados e a valorização dos produtos através da agregação de valor.
Pescado é um termo genérico que se refere aos peixes e todos os frutos do mar destinados à alimentação humana.
Peixe fresco é definido como aquele conservado somente pelo resfriamento, a uma temperatura próxima a 0ºC.
A preparação de pescados, incluindo técnicas e normas, abrange desde a venda de um peixe fresco (uma vez que depois de capturado já existem procedimentos para seu correto manuseio) até a colocação de um produto processado ou industrializado nas prateleiras de um supermercado.
O interesse e a participação de todos, mostra que as atividades realizadas e os ensinamentos passados pelas mulheres do Projeto Cambira são realmente de interesse geral, sempre ressaltando a importancia do consumo de pescados e a valorização dos produtos através da agregação de valor.
Pescado é um termo genérico que se refere aos peixes e todos os frutos do mar destinados à alimentação humana.
Peixe fresco é definido como aquele conservado somente pelo resfriamento, a uma temperatura próxima a 0ºC.
A preparação de pescados, incluindo técnicas e normas, abrange desde a venda de um peixe fresco (uma vez que depois de capturado já existem procedimentos para seu correto manuseio) até a colocação de um produto processado ou industrializado nas prateleiras de um supermercado.
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